sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Entrevistas

Numa entrevista da TV:

- "Quem é a M.?"

- "É uma rapariga normal, que gosta de coisas normais que todas as raparigas normais gostam (...)"



(Prazer, M. És uma pessoa interessante, sem dúvida.)



Apoio moral sempre

Há aqueles momentos em que nos sentimos mais em baixo por causa de alguém. Geralmente alguém que foi muito importante na nossa vida e cujas lembranças ainda magoam. E nesses momentos é muito importante termos o apoio de uma pessoa amiga, capaz de reconhecer a falta que nos faz essa pessoa e o sentimento que nutrimos por ela:

"- Tenho saudades dele.

- Não sei porquê, ele não gosta de ti, nunca gostou de ti, nunca ia gostar de ti e só te fez isto e isto e aquilo e isto e mais isto e mais aquilo, logo ele nem sequer tem saudades tuas porque nem gosta de ti. E nem sequer devias pensar nele, porque ele nunca gostou de ti.

- ... "

(Não, eu nunca fico triste. É sempre bom termos um ombro amigo que nos lembra de como é feita a realidade)

terça-feira, 6 de outubro de 2015

A Quinta (ou Como As Pessoas Nunca Aprendem)

Agora deparo-me com a existência de publicações a falar do programa da TVI :"A Quinta".
E eu a achar que depois da última Casa dos Segredos o nível era outro, afinal não, voltámos ao mesmo ...

Ler é como beijar




Esta imagem confesso que me deixa num impasse. Não sei se considere romântica ou porca... 

O amor é um fenómeno espontâneo

"O amor é um fenómeno espontâneo: sempre que acontece, acontece, e sempre que não acontece, não acontece. Não há nada a fazer sobre isso. Se você faz alguma coisa, vai criar um pseudofenómeno, uma representação."

in Inteligência - a resposta criativa ao agora (de Osho)

domingo, 4 de outubro de 2015

Não é para ter um orgasmo que te seduzo.



"Por vezes masturbo-me, toco-me como quero e satisfaço a necessidade dessa explosão química no meu corpo. Mas seduzir-te, fazer-te vir uma vontade sexual de mim, satisfaz outras necessidades não menos atávicas.
A necessidade de caçar, de ser caçada, de dominar o teu desejo usando os meus atributos de mulher, as curvas, as formas, a pele, o toque, de te fazer querer-me como se fosse a carne que caças para comer e comes como se fosse um troféu. Não é pelo orgasmo que te seduzo, é pela excitação de ser levada pela força das emoções para outra dimensão, é pelo poder que isso tem em mim."





Créditos não são meus. A autora: Marie, do blogue Casanova do Bairro Alto

Não adianta querer fazer falta, se nunca soube estar perto.

"Se sinto falta? Em nada. Eu sinto apenas carinho. Guardo com o devido respeito as lembranças do que foi bom. Porque, é claro, sempre pode ser bom. Mas apenas isso. O bom não necessariamente nos faz bem. É a grande diferença entre ser prazeroso e ser recíproco. Como as bombas de chocolate, por exemplo. São deliciosas. Mas não preenchem o nosso vazio. Por isso, não adianta enviar mensagens de madrugada, quando a sua ausência deixou de ser sentida. De nada adianta perguntar “saudades?”, quando nunca soube a diferença entre presença e comodismo. Não ame para ser lembrado. Ame para não ser esquecido. Pelo menos até o fim. Todos os segundos. Todos os dias. Em troca, exija o mesmo. Não aceite menos do que é capaz de entregar. Não aceite menos do que o espaço por você preenchido. Essa é a minha regra: vazio por vazio, eu prefiro o ar. É mais leve. Além de um óbvio motivo: sem ele, eu não vivo. "

Palavras de um Homem Que Sente

Eleições 2015

Estas eleições gostava que tirassem o Sócrates da prisão domiciliária só para eu poder votar nele. E só não acrescento "outra vez" porque há oito anos atrás não votei. Bem, nem há quatro... (Sim, eu sei, sou uma nódoa. Mas também nunca me ouviram a reclamar aqui do estado político do país...pois é)
Isto é tudo mesmo muito bonito mas, finais felizes só nas novelas e nos filmes da Disney. Se queres que uma coisa te seja favorável tens que fazer por ela, só tu, não o mundo inteiro. Porque mesmo que o mundo inteiro conspirasse a teu favor, se se quer uma coisa bem feita e se se deseja receber louvores por uma coisa bem feita, então terás que ser mesmo tu a fazê-la. E isto tudo porque a vida nunca pára, nem perdoa. Só quem perdoa somos nós a nós próprios. 
E voltando a relembrar: finais felizes, só nas novelas e nos filmes da Disney... 

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Mudanças

Criei este blogue em 2011, altura em que terminei a minha licenciatura. Estive 3 anos na universidade e a minha falta de tempo para a escrita tornava completamente impossível manter um blogue. Saí com boas lembranças mas a atravessar uma fase que nem eu própria compreendi. Tinha a cabeça coberta de confusão e delírio. Decidi criar um blogue e aproveitar essa fase menos boa para partilhar com as pessoas os meus pensamentos. Agora, passados 4 anos, voltei a atravessar por outra fase igual. Não me arrependo de nada que passei, até agora, porque só através das marcas do tempo é que conseguimos aprender seja o que for e superar-nos a nós próprios, todos os dias. Passados este 4 anos volto a agarrar o blogue com a mesma força que o fiz nessa altura e hoje decidi actualizar o meu perfil e mostrar a cara.
Fale do que falar aqui no blogue, esta sou eu e vou continuar a ser sempre eu: a minha mentalidade foi e sempre será aberta, e venha quem vier não vou ser nunca uma pessoa igual às outras.
Passem e aproveitem ....


sábado, 26 de setembro de 2015

"Amar uma pessoa significa querer envelhecer com ela."
Albert Camus




E nesta vida, cada vez há menos pessoas a saber amar... 

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Sem dúvida


Se as pessoas parassem de tentar comparar os saberes diferentes que têm, a mediocridade acabava. Porque assim já ninguém se achava mais esperto nem mais parvo. Cada um faria aquilo que mais jeito teria para fazer... 




quarta-feira, 23 de setembro de 2015



Vem agora dizer isso às pessoas hoje em dia, Nandinho, e logo vês o baile que levas...

A (des)educação do século XXI

Lá ia eu muito bem a andar pelo jardim, cheio de gente, num dia solarengo como o de hoje, e novamente Deus me deu a oportunidade de assistir a mais uma daquelas abençoadas cenas do quotidiano português. Estava uma senhora, juntamente com os seus netos, sentada num dos bancos e, de repente, um deles, talvez um miúdo algures com os seus 6 anos talvez, quis que a avó lhe desse um objecto que tinha na mão. A avó por bem não lho deu, mas também teve a excelente ideia, como pessoa de gente fina que é, dizer-lhe educadamente que "não, não te vou dar isto". Ao que a criança começou a chorar e então, novamente assolada pelas regras da boa educação [cujo dever moral dos pais e avós os abriga a incuti-las o mais brevemente nas crianças - nem que se comece aos 6, 5, 4, 3, 2, 1 ou mesmo 0 anos (que é logo de pequenino que se deve começar a torcer o pepino)] e logo lhe respondeu: "Chorar não resolve o problema, ouviste? Chorar não vai resolver o problema!"
Claro que como pessoa instruída, certamente a criança terá compreendido que chorar não iria resolver o problema e que a avó tinha razão em tê-lo primeiro irritado e depois ter tentado evitar que fizesse um estardalhaço no meio da rua, pelo objecto que não lhe deu.
Depois disto, andamos nós, gente das notícias, a ler por esta Internet fora que as crianças hoje em dia andam a ser muito mal educadas e que os pais estão cada vez mais a desleixar-se neste assunto. Com atitudes tão adultas com seres tão jovens, como se há-de esperar que a juventude actualmente tenha as ideias em dia? Não se deixam sujar, não podem responder aos adultos, não pensam por si próprios, são educados desde jovens a pensar pela cabeça dos outros ...
Desabafos valem o que valem, mas se não há, desde já, uma abertura de olhos pelos pais, estamos a fazer actualmente uma bela cama cheia de vidros partidos, sujidade e parasitas, onde mais tarde nos iremos deitar nela.

domingo, 20 de setembro de 2015

Divagações

Mesmo que não passes de uma fotografia pequenina ... chega para me lembrar de ti.

sábado, 19 de setembro de 2015

Maldade vs Bondade

Não vale a pena desejar mal a ninguém... A maior punição que um homem pode ter será dada por ele próprio, através do remorso. Ninguém tem tamanha maldade que perante um coração bondoso não o reconheça.
Anne Frank tinha razão quando dizia "apesar de tudo eu ainda creio na bondade humana"... com toda a honestidade, eu também.

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Música do dia - Buehcy's

Há imenso tempo que não escrevo e haverá de continuar por bastante tempo, pois agora trabalho... 
Entretanto, achei por bem partilhar algumas músicas que descobri e até que gostei do som. Um kizomba para quem gosta.... um artista novo. 

Estou Maluco 


Que será de ti

sábado, 25 de abril de 2015

25 de Abril de 2015

Hoje é 25 de Abril. Festeja-se hoje o aniversário do dia em que o país foi liberto da democracia: 25 de Abril de 1974. 
As gerações anteriores afirmam, ainda hoje, que esses foram os piores tempos: havia censura na impressa e na televisão, não havia liberdade de expressão e financeiramente as coisas estavam más... 
Entretanto, passado estes anos, as coisas de facto mudaram muito: na política, mesmo sem (o)pressões (manipulação falaciosa não conta), o povo não sabe que partido escolher; nas notícias não há censura, há coscuvilhices e polémicas sobre futilidades ridículas; nas ruas há liberdade e libertinagem à mistura. Por último, há 41 anos atrás, as pessoas saíam às ruas, falavam, conviviam, juntavam-se... hoje em dia só falam por mensagens no telemóvel, ou vivem dependentes de publicações em aparelhos electrónicos, mesmo (e principalmente!) quando acompanhadas, sem sequer saber valorizar a companhia do próximo.
E é num país com estas mudanças que se deve dar vivas: viva a liberdade, sim! E especialmente um grande viva às pessoas que nós (nova geração) actualmente não somos: capazes de mudar um país!


(O texto é meu. Não o escrevi com a finalidade de atacar nada nem ninguém, apenas com o objectivo de levar as pessoas a reflectir... Não o interpretem mal)

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Confiança

A confiança é de ouro... custa caro.

Por isso não é de admirar que muitas vezes quando já morreu, acabe por demorar imenso até voltar a aparecer...

True story

"É muito bonito falar em finais felizes, mas se uma pessoa não se conseguir entregar, se continua a estragar tudo, bem, eventualmente creio que só resta dizer, vai-te foder. Ou palavras que signifiquem isso."

In: Californication