E voltando a relembrar: finais felizes, só nas novelas e nos filmes da Disney...
domingo, 4 de outubro de 2015
Isto é tudo mesmo muito bonito mas, finais felizes só nas novelas e nos filmes da Disney. Se queres que uma coisa te seja favorável tens que fazer por ela, só tu, não o mundo inteiro. Porque mesmo que o mundo inteiro conspirasse a teu favor, se se quer uma coisa bem feita e se se deseja receber louvores por uma coisa bem feita, então terás que ser mesmo tu a fazê-la. E isto tudo porque a vida nunca pára, nem perdoa. Só quem perdoa somos nós a nós próprios.
sexta-feira, 2 de outubro de 2015
Mudanças
Criei este blogue em 2011, altura em que terminei a minha licenciatura. Estive 3 anos na universidade e a minha falta de tempo para a escrita tornava completamente impossível manter um blogue. Saí com boas lembranças mas a atravessar uma fase que nem eu própria compreendi. Tinha a cabeça coberta de confusão e delírio. Decidi criar um blogue e aproveitar essa fase menos boa para partilhar com as pessoas os meus pensamentos. Agora, passados 4 anos, voltei a atravessar por outra fase igual. Não me arrependo de nada que passei, até agora, porque só através das marcas do tempo é que conseguimos aprender seja o que for e superar-nos a nós próprios, todos os dias. Passados este 4 anos volto a agarrar o blogue com a mesma força que o fiz nessa altura e hoje decidi actualizar o meu perfil e mostrar a cara.
Fale do que falar aqui no blogue, esta sou eu e vou continuar a ser sempre eu: a minha mentalidade foi e sempre será aberta, e venha quem vier não vou ser nunca uma pessoa igual às outras.
Passem e aproveitem ....
Fale do que falar aqui no blogue, esta sou eu e vou continuar a ser sempre eu: a minha mentalidade foi e sempre será aberta, e venha quem vier não vou ser nunca uma pessoa igual às outras.
Passem e aproveitem ....
sábado, 26 de setembro de 2015
quinta-feira, 24 de setembro de 2015
Sem dúvida
Se as pessoas parassem de tentar comparar os saberes diferentes que têm, a mediocridade acabava. Porque assim já ninguém se achava mais esperto nem mais parvo. Cada um faria aquilo que mais jeito teria para fazer...
quarta-feira, 23 de setembro de 2015
A (des)educação do século XXI
Lá ia eu muito bem a andar pelo jardim, cheio de gente, num dia solarengo como o de hoje, e novamente Deus me deu a oportunidade de assistir a mais uma daquelas abençoadas cenas do quotidiano português. Estava uma senhora, juntamente com os seus netos, sentada num dos bancos e, de repente, um deles, talvez um miúdo algures com os seus 6 anos talvez, quis que a avó lhe desse um objecto que tinha na mão. A avó por bem não lho deu, mas também teve a excelente ideia, como pessoa de gente fina que é, dizer-lhe educadamente que "não, não te vou dar isto". Ao que a criança começou a chorar e então, novamente assolada pelas regras da boa educação [cujo dever moral dos pais e avós os abriga a incuti-las o mais brevemente nas crianças - nem que se comece aos 6, 5, 4, 3, 2, 1 ou mesmo 0 anos (que é logo de pequenino que se deve começar a torcer o pepino)] e logo lhe respondeu: "Chorar não resolve o problema, ouviste? Chorar não vai resolver o problema!"
Claro que como pessoa instruída, certamente a criança terá compreendido que chorar não iria resolver o problema e que a avó tinha razão em tê-lo primeiro irritado e depois ter tentado evitar que fizesse um estardalhaço no meio da rua, pelo objecto que não lhe deu.
Depois disto, andamos nós, gente das notícias, a ler por esta Internet fora que as crianças hoje em dia andam a ser muito mal educadas e que os pais estão cada vez mais a desleixar-se neste assunto. Com atitudes tão adultas com seres tão jovens, como se há-de esperar que a juventude actualmente tenha as ideias em dia? Não se deixam sujar, não podem responder aos adultos, não pensam por si próprios, são educados desde jovens a pensar pela cabeça dos outros ...
Desabafos valem o que valem, mas se não há, desde já, uma abertura de olhos pelos pais, estamos a fazer actualmente uma bela cama cheia de vidros partidos, sujidade e parasitas, onde mais tarde nos iremos deitar nela.
Claro que como pessoa instruída, certamente a criança terá compreendido que chorar não iria resolver o problema e que a avó tinha razão em tê-lo primeiro irritado e depois ter tentado evitar que fizesse um estardalhaço no meio da rua, pelo objecto que não lhe deu.
Depois disto, andamos nós, gente das notícias, a ler por esta Internet fora que as crianças hoje em dia andam a ser muito mal educadas e que os pais estão cada vez mais a desleixar-se neste assunto. Com atitudes tão adultas com seres tão jovens, como se há-de esperar que a juventude actualmente tenha as ideias em dia? Não se deixam sujar, não podem responder aos adultos, não pensam por si próprios, são educados desde jovens a pensar pela cabeça dos outros ...
Desabafos valem o que valem, mas se não há, desde já, uma abertura de olhos pelos pais, estamos a fazer actualmente uma bela cama cheia de vidros partidos, sujidade e parasitas, onde mais tarde nos iremos deitar nela.
segunda-feira, 21 de setembro de 2015
domingo, 20 de setembro de 2015
sábado, 19 de setembro de 2015
Maldade vs Bondade
Não vale a pena desejar mal a ninguém... A maior punição que um homem pode ter será dada por ele próprio, através do remorso. Ninguém tem tamanha maldade que perante um coração bondoso não o reconheça.
Anne Frank tinha razão quando dizia "apesar de tudo eu ainda creio na bondade humana"... com toda a honestidade, eu também.
Anne Frank tinha razão quando dizia "apesar de tudo eu ainda creio na bondade humana"... com toda a honestidade, eu também.
domingo, 2 de agosto de 2015
quinta-feira, 2 de julho de 2015
Música do dia - Buehcy's
Há imenso tempo que não escrevo e haverá de continuar por bastante tempo, pois agora trabalho...
Entretanto, achei por bem partilhar algumas músicas que descobri e até que gostei do som. Um kizomba para quem gosta.... um artista novo.
Estou Maluco
Que será de ti
domingo, 3 de maio de 2015
sábado, 25 de abril de 2015
25 de Abril de 2015
Hoje é 25 de Abril. Festeja-se hoje o aniversário do dia em que o país foi liberto da democracia: 25 de Abril de 1974.
As gerações anteriores afirmam, ainda hoje, que esses foram os piores tempos: havia censura na impressa e na televisão, não havia liberdade de expressão e financeiramente as coisas estavam más...
Entretanto, passado estes anos, as coisas de facto mudaram muito: na política, mesmo sem (o)pressões (manipulação falaciosa não conta), o povo não sabe que partido escolher; nas notícias não há censura, há coscuvilhices e polémicas sobre futilidades ridículas; nas ruas há liberdade e libertinagem à mistura. Por último, há 41 anos atrás, as pessoas saíam às ruas, falavam, conviviam, juntavam-se... hoje em dia só falam por mensagens no telemóvel, ou vivem dependentes de publicações em aparelhos electrónicos, mesmo (e principalmente!) quando acompanhadas, sem sequer saber valorizar a companhia do próximo.
E é num país com estas mudanças que se deve dar vivas: viva a liberdade, sim! E especialmente um grande viva às pessoas que nós (nova geração) actualmente não somos: capazes de mudar um país!
(O texto é meu. Não o escrevi com a finalidade de atacar nada nem ninguém, apenas com o objectivo de levar as pessoas a reflectir... Não o interpretem mal)
As gerações anteriores afirmam, ainda hoje, que esses foram os piores tempos: havia censura na impressa e na televisão, não havia liberdade de expressão e financeiramente as coisas estavam más...
Entretanto, passado estes anos, as coisas de facto mudaram muito: na política, mesmo sem (o)pressões (manipulação falaciosa não conta), o povo não sabe que partido escolher; nas notícias não há censura, há coscuvilhices e polémicas sobre futilidades ridículas; nas ruas há liberdade e libertinagem à mistura. Por último, há 41 anos atrás, as pessoas saíam às ruas, falavam, conviviam, juntavam-se... hoje em dia só falam por mensagens no telemóvel, ou vivem dependentes de publicações em aparelhos electrónicos, mesmo (e principalmente!) quando acompanhadas, sem sequer saber valorizar a companhia do próximo.
E é num país com estas mudanças que se deve dar vivas: viva a liberdade, sim! E especialmente um grande viva às pessoas que nós (nova geração) actualmente não somos: capazes de mudar um país!
(O texto é meu. Não o escrevi com a finalidade de atacar nada nem ninguém, apenas com o objectivo de levar as pessoas a reflectir... Não o interpretem mal)
sexta-feira, 24 de abril de 2015
segunda-feira, 20 de abril de 2015
Confiança
A confiança é de ouro... custa caro.
Por isso não é de admirar que muitas vezes quando já morreu, acabe por demorar imenso até voltar a aparecer...
Por isso não é de admirar que muitas vezes quando já morreu, acabe por demorar imenso até voltar a aparecer...
True story
"É muito bonito falar em finais felizes, mas se uma pessoa não se conseguir entregar, se continua a estragar tudo, bem, eventualmente creio que só resta dizer, vai-te foder. Ou palavras que signifiquem isso."
In: Californication
In: Californication
Divagações...
Todos os deuses existentes, possíveis e imagináveis, estão orgulhosos da espécie humana. Tudo por defendermos tão acerrimamente as nossas religiões. Falar para quê quando é mais fácil matar?
terça-feira, 7 de abril de 2015
De Osho
"Os ideais são todos merda - deite-os todos fora." Osho
in Inteligência - A resposta criativa ao agora
(Sim, só partilhei porque diz um palavrão num livro de auto-ajuda/meditação...)
quinta-feira, 2 de abril de 2015
sábado, 21 de março de 2015
sexta-feira, 20 de março de 2015
Thins I wanna buy II
Body Chain
A nova moda entre as famosas (dizem), mas a realidade é que quero independentemente de ser moda ou não. Estou a gostar da novidade!
A nova moda entre as famosas (dizem), mas a realidade é que quero independentemente de ser moda ou não. Estou a gostar da novidade!
quarta-feira, 18 de março de 2015
Música do dia
Durante o estudo, esta foi a música que me apaixonou totalmente... Bem sei que venho cá poucas vezes, mas quando venho gosto de deixar algumas coisinhas de jeito! Apaixonem-se pela música (e ao som dela)!
Our first time - Bruno Mars
Girl here we are, in this big old empty room
Staring at ya, who's gonna make the first move
Been doing our thing for a minute
And now when our hearts are in it
The only place to go, is all the way (ah, hmm)
[Break:]
Is that alright (alright)
Is that okay (okay)
You don't need to be nervous (no baby)
Cause I, got, you, all, night
don't you worry bout a thing babe, just
[Chorus:]
just Go with it, go with it, go with it (I will go real)
slow with it, slow with it
it's our first time
Go with it, go with it, go with it (I will go real)
slow with it, slow with it
it's my first time on you, baby
And I wanna make it right for you
(it's our first time)
[Verse 2:]
Clothes are not required, for what we got planned
Ooo girl you're my desire, your wish is my demand
Treat you like a princess, oh girl you're so delicious
Like ice cream on a summer day gonna eat you before
you melt away
[Repeat Break]
[Repeat Chorus]
[Bridge:]
We can go slow (we can go slow)
We can go fast (we can go fast)
All you gotta do is ask me girl (ask me girl)
The candles are burning (candles are burning)
Our bodies are yearning (bodies are yearning)
I can't wait to love you
I'm so ready baby, I'm so ready baby
[Repeat Chorus]
terça-feira, 27 de janeiro de 2015
Letras kizomba
"...dá barra a toda a gente e quer dançar comigo. Não concordo! Somos todos seres humanos. E temos todos sentimentos."
(...Se ela dançasse com todos era uma oferecida, assim como só dança com um não toma em consideração os sentimentos dos outros. Não percebo as relações de hoje em dia, muito honestamente... Nem estas letras das músicas kizomba que são algo completamente sem sentido de amor!)
terça-feira, 20 de janeiro de 2015
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
Amor
"- Como a amo - dirás tu, com o brilho no olhar
- Como o amo - penso eu, ao ver a lua a brilhar
Tento, bem tento, escrever versos,
Coisa que poucas vezes tentei
Só me saem rimas e quadras,
versar de outra forma não sei.
Mas bem sei, meu querido, que os teus
versos melhores são,
Pois além de serem sentidos, vêm de dentro do coração.
E é com eles que prefiro,
muito sinceramente ficar
Para minhas já basta
as prosas que te irei dedicar."
Encontrei aqui num caderno esta poesia feita por mim... nem sei já há quanto tempo a escrevi nem o que tinha na cabeça quando a fiz (até fico espantada como é que criei uma coisa destas). Não é fantástica, mas já é um começo. Acima de tudo, mostra o quão sou uma romântica incurável!
sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
O meu "novo" livro
- É uma ideia engraçada, Charlie - disse Dukes -, essa do sexo ser outra forma de diálogo, em que se representam as palavras em vez de as pronunciar. Acho que é assim. Suponho que podemos trocar tantas sensações e emoções com as mulheres como opiniões sobre o tempo, etc. O sexo deveria ser uma espécie de diálogo habitual entre o homem e a mulher. Não falamos com uma mulher se não temos ideias em comum, isto é, não se fala se não há um interesse. Do mesmo modo que não dormimos com uma mulher, se não compartilhamos emoção ou simpatia com ela. Mas se tivéssemos...
- Se sentimos em relação a uma mulher emoção e simpatia, temos obrigação de dormir com ela - respondeu May. - É a única coisa decente a fazer, ir para a cama com ela. Exactamente como quando estamos interessados em falar com alguém, a única coisa decente é falar. Não colocamos a língua entre os dentes e a mordemos pudicamente. Se é a vez de falar, fala-se. Com o amor é o mesmo.
- Não - disse Hammond -, não é assim. Você por exemplo, May, desperdiça metade da sua energia com mulheres. Você nunca fez realmente o que devia, apesar da cabeça que tem. Uma grande parte de si perde-se noutras coisas.
(...)
O amante de Lady Chaterley - D. H. Lawrence
- Se sentimos em relação a uma mulher emoção e simpatia, temos obrigação de dormir com ela - respondeu May. - É a única coisa decente a fazer, ir para a cama com ela. Exactamente como quando estamos interessados em falar com alguém, a única coisa decente é falar. Não colocamos a língua entre os dentes e a mordemos pudicamente. Se é a vez de falar, fala-se. Com o amor é o mesmo.
- Não - disse Hammond -, não é assim. Você por exemplo, May, desperdiça metade da sua energia com mulheres. Você nunca fez realmente o que devia, apesar da cabeça que tem. Uma grande parte de si perde-se noutras coisas.
(...)
O amante de Lady Chaterley - D. H. Lawrence
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